sábado, 17 de agosto de 2013

Nossas horas não coincidem


Eu e esse meu tique, de ficar olhando as horas, só pra ver se você aparece...

Nosso relógio nem sempre está marcando a hora igual o de outras pessoas. A hora é outra, o momento é outro, o tempo é outro. Talvez seja por esse motivo que, encontramos pessoas certas em momentos errados, ou em alguns casos, pessoas erradas em momentos que pra nós, são certos. É muito difícil encontrar alguém que esteja no mesmo tempo (ideias, planos, idade, pensamentos, objetivos) que a gente. É preciso procurar e é preciso ter paciência em alguns casos.

Vejo gente por aí, ajustando o seu relógio com outras pessoas, achando que elas estão certas. Mas cometem um grande erro ao fazerem isso. Se perdem no tempo, praticamente. Vivem em constate atraso, seja ele, pessoal, profissional, amoroso, ou qualquer outro. Entre os relógios, existem aqueles de parede, que raramente mudam de lugar e posição e não se deixam mudar. Existem os de pulso, que são os mais flexíveis à tudo e à todos, possuem também, uma incrível capacidade de alternância, não é muito estático.

Meu relógio é um pouco de tudo isso: atrasado para alguns, adiantado para outros, estático demais para alguns, móvel ou flexível demais para outros. Difícil me acompanhar, e mais difícil ainda, é me fazer acompanhar, me ajustar ao seu horário. Mas acredito que existam mais relógios doidos como o meu, espalhados por aí. Vou esperar pra ver. Não tenho pressa de encontrar, e sei que quem possui um desses, também não tem pressa para encontrar um igual. Mais cedo ou mais tarde, a gente se esbarra por ai...
 (KALLAY, 2013)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Estradas da Vida


Fazendo uma pequena analogia, compararemos a vida com as estradas.

Cheia de buracos, estes que, foram deixados por outras pessoas que ali passaram. Cheia de curvas, criadas pelos seus projetores, no nosso caso, Deus, ou até mesmo por situações que nós mesmos criamos. As curvas comparam-se, as dificuldades que enfrentamos diariamente. Caminhos longos e difíceis de chegar, são como as nossas maiores conquistas, que por um acaso, são sempre as mais difíceis e desgastantes. Barreiras que só atrapalham o percurso. Essas barreiras são como os problemas diários, mas é uma pena não podermos passar por cima, assim como passamos por cima de alguns problemas. 

A vida é assim, como uma estrada. Para alguns ela não vai tão longe e logo acaba. Outros percorrem até metade do caminho, mas não suportam as barreiras, os pedágios da vida e simplesmente desistem. Mas, graças a Deus, a grande maioria segue em frente e vai até o fim, vai até onde tem que chegar, enfrentando as curvas (dificuldades), os buracos (decepções e vazios deixados por outras pessoas), as barreiras da vida (problemas), sem jamais desistir do percurso. 

Existem dias em que a gente para pra observar ao longe da nossa estrada (vida), e parece estar tudo muito longe, difícil de percorrer e seguir adiante. Esse é o momento onde a gente se agarra no criador dessas estradas e começa a traçar novos caminhos, criando alguns atalhos, fugindo um pouco das barreiras e desses buracos da vida, para assim, chegar até o final.

(KALLAY, 2013)


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Os 5 motivos que levam ao fim de um relacionamento


Durante alguns anos, pude perceber através de inúmeras experiências os 5 maiores motivos para o término de um relacionamento. Acompanhe: 


1°: Ciúmes; Não é qualquer ciúme, mas começa a ser a obsessividade, algo descontrolado por parte de um ou de outro que passa a ser um problema, isso porque o ciúme exagerado representa pouca confiança sobre seu companheiro. E como todos sabem, confiança deve existir sempre. 

2°: Respeito; Fundamental em uma relação o respeito é a base para que ela dure por bastante tempo. Respeitar o companheiro (a), também é uma maneira de gostar. Se eu não gostar de você, dificilmente irei te respeitar. 

3°Liberdade; É preciso ter em mente que uma relação/namoro/matrimônio não é uma prisão, e que, nenhum dos dois deve exercer autoritarismo sobre o outro. Não somos dono de ninguém. Todos são ''livres''. Em uma relação onde você não tem mais liberdade, é vigiado o tempo todo, seu namoro vira um verdadeiro cárcere privado.

4°: Reciprocidade; Há um ditado que eu sempre digo aos meus amigos, "você tem que gostar de quem gosta de você". Esse é o primeiro sinal de reciprocidade num relacionamento. E existem vários outros, como: carinho, atenção, disponibilidade e o próprio amor. Se você dá todos esses itens e não és retribuído, cuidado! Se não recebes atenção e carinho do seu companheiro, cuidado! Se ele não tem tempo para você, aliás, tem tempo pra tudo e pra todos, menos para você, cuidado! E se notar que ele não gosta de você o suficiente para seguir o namoro, cuidado!

5°: Fidelidade; Esse é um ponto importante e que está ligado a todos os itens anteriores. Na ausência desses pontos a infidelidade se faz cada vez mais presente. E se trai é porque não está afim de compromisso naquele momento. A infidelidade é a maior prova de que um dos dois não supre as necessidades do outro. Se carinho, atenção, tempo e até mesmo sexo não são suficientes a ponto de suprir o parceiro, ele irá buscar isso em outras pessoas. Mas relaxe, se não são suficientes para essa pessoa, podem servir pra outra, é só esperar que ela aparecerá.

Enfim, se na sua relação não existir mais de 2 desses pontos, desconfie. Se não houver mais de 3, dê um jeito de reciclar sua relação. Se não houver mais de 4 ou nenhum, caia fora, essa pessoa que esta do seu lado não te merece.
(KALLAY, 2013)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dialogando com o Canarinho


Acho que estou meio louco, ultimamente tenho conversado com os animais. Sim, um diálogo com animais. Meu ultimo proseador foi um dos canários que tenho em casa. Foi uma conversa rápida, mas que deu pra tirar uma lição. 


- Bom dia, Canarinho! Como estás? 
- Bom dia, Xande, estou bem e você, como está?
- Estou ótimo, pra variar (Risos).
- Hum! Trouxe o meu alpirche e minha água? 
- Sim, estão aqui. Mas hoje quero que você me responda uma coisa. 
- Tranquilo, Xande, vamos lá. Pergunte-me!
- Então, queria saber se preferes levar essa vida aprisionado a uma gaiola, comendo e bebendo todo dia, levando uma vida monótona, vigiado o tempo todo ou então, se preferes ficar livre, solto por ai, livre para voar?
- Hum! Sabe, Xande... Eu até gosto dessa vida. Sério mesmo. Ter alguém que cuide de mim o tempo todo. É bacana, eu até gosto. Mas acontece que estar lá fora, livre pra voar, ir para qualquer lugar sem me preocupar com ninguém. Não tendo nenhum dono. Aliás, eu mesmo sendo dono de mim mesmo é muito melhor. Aqui dentro é como se estivessem cortando as minhas asas, me impedindo de traçar a minha vida sozinho. Xande, até gosto de você, mas o mundo lá fora é bem melhor. Prefiro ficar voando por ai, livre, livre... 



Nesse momento fiz uma reflexão, não da situação do canarinho aprisionado, mas de como funcionam a maioria dos relacionamentos. Boa parte deles encontram-se assim: cortando as asas do companheiro.
(KALLAY, 2013)

sábado, 3 de agosto de 2013

Como é bom sonhar com você


Aquele momento onde a vontade de permanecer dormindo é maior que tudo. Muito além de dormir, é permanecer sonhando. Sonhar com você; HeHe! Igual noite passada que sonhei com você. Nossa, como é bom ter você presente em meus sonhos. As vezes fico meio confuso, pois não sei mais diferenciar o que é sonho do que é real. Estar com você é assim, como um sonho, de tão bom que é. Talvez os momentos que a gente fica juntos, sejam intensos demais, a ponto de eu misturar tudo aqui na minha mente. Aquela risada gostosa, aquele olhar forte, aquele suave tom de voz me chamando de amor, aquele carinho nada sutil, isso tudo fica guardado em mim. E novamente, não consigo discernir sonho de realidade. Mas isso pouco importa, estar com você ou sonhar com você continua sendo uma das coisas que mais amo em fazer. Mas se for um sonho, quero continuar sonhando então.

 (KALLAY, 2013)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Aniversário de Arraias, êba!



É, a idade chega pra todo mundo, é indiscutível. Hoje é a minha adorável Arraias que fica mais velha. Mais um ano carregando - acolhendo - criando - pessoas de todos os cantos. Hospitaleira como sempre, Arraias recebe gente de todo canto. Culturalmente linda, casas arquitetônicas e históricas. Ainda acho que deveriam investir mais nessa parte para que, não deixasse ''morrer'' um pouco da nossa história. Mesmo assim, Arraias é conhecida nacionalmente por suas casinhas históricas e por algumas outras tradições que se faz presente. Comercialmente todos nós sabemos que não é uma cidade completa, não tem tudo que precisamos, e que, as vezes é necessário sair daqui para comprar em outra cidade. Arraias ainda carrega alguns traço do coronelismo, que por muito tempo dominou a cidade. Alguns até dizem que Arraias é comandada por esses coronéis, e que isso seria o motivo do seu atraso (comercio - urbanização - crescimento em diversas áreas). Sabe, isso pouco me importa. Hoje eu só quero uma coisa: BEBEMORAR essa data! Data importantíssima pra nós, Arraianos do pé rachado. É sempre um momento bom, além de ser uma das festividades mais esperada todos os anos, é também um momento de rever amigos, colegas que há tempos não via. Festejar é o principal! Arraias havia criado uma pequena tradição de trazer bons e nomeados cantores nacionais. As pessoas ficavam ansiosas, aguardando o ano todo pra saber quem é que iria tocar no aniversário da cidade. Mas já tem um tempinho que não temos cantores reconhecidos nacionalmente fazendo a festa aqui, no dia primeiro. Sabe, também não me importo com isso. É claro que é sempre bom ter uma atração de peso fazendo a festa pra galera. Mas acredito que quem faz a boa festa, continua sendo a gente. O espírito festivo de cada um, conta muito nessa hora. Esse ano não deve ser diferente... Acho que não virá atrações de peso como queríamos. Mas eu vou estar lá mais tarde, BEBEMORANDO demais o aniversário da minha adorável, Arraias. Peço ainda que Nossa Senhora dos Remédios, que és a padroeira do povo Arraiano, abençoe-nos mais um ano. Deixando reinar sobre Arraias a paz como de costume e perspectivas de vida sobre os Arraianos. Não deixastes que algumas autoridades políticas, mergulhe Arraias no esquecimento, sugando o pouco das riquezas históricas que nos restaram. Amém!
(KALLAY)
273 anos de muita história. 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Como esquecer?


Porque não conseguimos esquecer rapidamente as pessoas que por algum tempo permaneceram ao nosso lado? Porque essa cicatriz chamada, lembrança, só se alastra quando queremos cura-la? Porque é tão difícil desapegar? Esquecer? Apagar da memória?
Talvez tenhamos um déficit enorme pra esquecer. Ou quem sabe, não desejamos suficientemente que essas pessoas sejam apagadas de uma só vez da nossa memória. Ai tem gente que quer esquecer, mas que sente saudade ao mesmo tempo. Rapidamente, outros tentam curar a falta de alguém com uma nova paixão, isso nem sempre funciona. Com diz o psicólogo, Felipe Souza: '' pessoas que não sabem ficar sozinhas dificilmente preenchem o coração com outras coisas". Saudade para quem quer esquecer é pecado. Outro ponto que dificulta, é o '' fazer de conta'', de que não está se importando com o rumo que os acontecimentos tomaram, quando internamente se sente em pedaços, é uma atitude que não contribui em nada. Mesmo que as pessoas acreditem em você, na sua firmeza, por dentro, o sofrimento só aumenta. Colocá-lo para fora ajuda a esquecer, assim como desabafar com os mais próximos. Isso tudo faz parte do processo do luto. Primeiro passo é aceitação do fim, tenha coragem para reconhecer os erros e discernir onde um ou outro erraram, até mesmo porque ninguém é perfeito. de porque não deu certo. Depois faça uma análise de como foi você durante o relacionamento, quem sabe, você não aprende com tudo o que aconteceu. Não fique alimentando as lembranças, não fique curtindo a tristeza isolado, fechado em seu próprio mundo, lamentando-se ou lembrando das coisas que eram boas e foram perdidas. Se cair na depressão, vá ao psiquiatra , se trate . Nessa hora um bom profissional pode fazer a diferença. E por fim saia de casa, ocupe um pouco a cabeça, conheça novas pessoas, curta mais seus amigos, para então poder reinventar-se. É preciso ter em mente que o amor é escolha diária, por isso não podemos obrigar ninguém a gostar de nós e ficar do nosso lado por toda vida. Há tempo pra tudo, é só esperar tranquilamente que outra pessoa preencherá o espaço vazio deixado pelo ex.
Esquecer: palavra fácil de dizer, atitude difícil de fazer. 
(KALLAY, 2013)